sexta-feira, 14 de outubro de 2016

I Encontro temático sobre Grêmios Estudantis “Grêmio Estudantil: exercício de democracia e cidadania”
Hoje nos reunimos no auditório presente no âmbito da instituição de estagio supervisionado para a realização da palestra de sensibilização sobre a implantação e fortalecimento dos grêmios estudantis nas escolas de ensino fundamental, que tinha como público alvo os gestores educacionais e foi organizada em parceria com a equipe gestora do estágio.
Na ocasião foram realizadas as atividades previstas na pauta previamente organizada, na qual a professora orientadora, um representante do Centro Acadêmico de Pedagogia da Universidade Federal de Alagoas e o único grêmio estudantil da rede municipal foram convidados a participar da mesa.
A palestra iniciou-se com a apresentação dos objetivos da palestra e de nosso estágio no âmbito da gestão escolar. Logo em seguida, foram chamados a mesa, um representante do centro de educação da Universidade Federal de Alagoas, um representante do Conselho Municipal de Educação, a professora orientadora do estágio e a diretora da escola municipal em que há a atuação de um grêmio estudantil.
Depois da apresentação e da fala de todos, a palestra começou com a professora orientadora do Estágio Supervisionado I que discutiu sobre a legalização e a importância dos grêmios estudantis para as escolas e, também, para a construção da cidadania e da autonomia dos alunos.
No segundo momento, foi apresentada a experiência do único grêmio estudantil das escolas de ensino fundamental do município de Maceió, a partir da fala dos alunos, da coordenadora e da diretora que participam e participaram ativamente da construção e das ações do grêmio estudantil no âmbito escolar, salientando que o grêmio é uma importante ferramenta de comunicação e democracia. Para fortalecer a discussão, um representante da União dos Estudantes Secundaristas de Alagoas participou ativamente da palestra mostrando o trabalho dessa entidade na implantação e fortalecimento de grêmios estudantis de alagoas.
Em um terceiro momento, um representante do Centro Acadêmico de Pedagogia da Universidade Federal de Alagoas, deu continuidade na discussão falando da importância e das ações desenvolvidas por essa organização de estudantes no ensino superior.
Para, além disso, a representante ainda salientou a importância do grêmio estudantil para o diálogo aluno/gestão no tocante as necessidades e dificuldades encontradas no ambiente escolar e como essa organização pode torna-se um importante instrumento de luta política.
É necessário salientar que, durante a palestra, os ouvintes podiam fazer indagações e apresentar dúvidas que poderiam suscitar a partir da discussão apresentada.

Enfim, ficamos satisfeitas e agradecidas com a disposição e a parceria dos palestrantes e do núcleo de gestão da Secretária de Educação de Maceió que foram de grande importância para a realização do trabalho e dos objetivos propostos, assim como, para a nossa formação como futuros pedagogos e gestores. 

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Programação do "I Encontro temático sobre Grêmios Estudantis" Grêmio Estudantil: exercício de democracia e cidadania


Hoje, o nosso grupo fez, junto com o setor em que estamos estagiando, o esboço da programação da palestra que faremos para os gestores das instituições com o intuito de sensibiliza-los acerca da importância da implementação dos grêmios estudantis dentro da escola. Nos planejamos para chamar uma escola modelo para apresentar a sua experiência, o Centro Acadêmico da Universidade Federal de Alagoas do curso de pedagogia para expor a sua experiência na universidade e um professor para falar um pouco sobre as questões legais do grêmio. 



segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Elaboração dos Convites dos palestrantes do "I Encontro temático sobre Grêmios Estudantis" Grêmio Estudantil: exercício de democracia e cidadania

Hoje convidamos o Centro Acadêmico de Pedagogia da Universidade Federal de Alagoas para participar da nossa palestra, eles foram muito receptivos e aceitaram com muito entusiasmo. Também convidamos o grêmio estudantil da escola modelo, fomos bem recebidos pela gestão, que ficou muito empolgada e lisonjeada pelo convite. 


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Pensando o Site sobre o Grêmio

Hoje o grupo de estágio começou os esforços para a realização do site. O site no qual foi proposto e logo mais pensado em conjunto com o setor, seria um site ou uma página onde estaria abrigada no site da Prefeitura, no qual a página deveria conter cartilhas e modelos de documentos e atas para que os futuros grêmios possam utilizar de acordo com as suas necessidades, além de um espaço reservado para vídeos que seriam sugeridos para ampliar o conhecimento acerca do grêmio e vídeos com alguns integrantes do grêmio atual convidando aos demais alunos a participarem também dos grêmios das suas escolas. Haveria também um espaço para divulgação de eventos, palestras e rodas de conversas como também um espaço para comunicação com o público.
Porém, para que todo esse projeto seguisse, o grupo de estágio foi ao setor de comunicação social, apresentou o projeto, mas demos de cara em montes de processos burocráticos, no qual nos desanimou onde percebemos que o projeto do site será interrompido provisoriamente, mas não deixado de lado. Então, continuamos em busca da realização do projeto e enfrentado as adversidades.


segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Produzindo Materiais

Hoje, o grupo de estágio juntamente com o setor de Gestão Democrática se reuniu para definirmos os materiais que seriam elaborados e a finalidade dos mesmos. Sentamos então em uma roda de conversa e debatemos acerca da nossa proposta e da real necessidade que existe dentro da rede. Foi acordado então a elaboração de um site ou uma página que ficasse dentro do site da Prefeitura. Criação de cartilhas, modelos de documentos e atas e elaboração dos projetos das formações sobre o grêmio estudantil para os gestores das escolas e para os alunos do grêmio.


segunda-feira, 5 de setembro de 2016

PARTICIPAÇÃO NO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO EDUCACIONAL

SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO EDUCACIONAL DA REDE MUNICIPAL: DESAFIOS E PERSPECTIVAS


          Mais uma vez fomos contempladas com um curso de formação da rede: O Seminário de Avaliação Educacional: desafios e perspectivas. O evento foi promovido pela Secretaria de Educação, por meio do Setor de Avaliação Educacional da rede com a cooperação do Programa das Nações Unidas pelo Desenvolvimento (PNUD) e contou com a presença de palestrantes e pesquisadores locais e portugueses que trouxerem uma abordagem significativa sobre esta temática. Buscou-se reforçar a ideia de que a avaliação não pode ser classificatória, ela precisa ser usada como uma ferramenta de planejamento e organização dos profissionais de educação em prol da melhoria da qualidade da educação ofertada em especial aos alunos da rede pública de ensino. 
          Ao participarmos deste evento conseguimos absorver, entender e refletir ainda mais sobre os processos avaliativos educacionais, extraindo seu papel fundamental que é a melhoria da qualidade da educação. Luckesi fala que a avaliação da aprendizagem influencia diretamente ao fracasso escolar. O educador precisa reconhecer a Avaliação como um processo de construção do conhecimento, que o aluno não será o único responsável pelo seu fracasso, é preciso utilizar a avaliação como uma ferramenta  de construção dos saberes. A avaliação precisa ter uma intenção, uma intencionalidade, pois faz parte da Educação.
          Ficamos agradecidas por ter participado deste evento, bem como de todos os demais que foram promovidos durante nosso período de estágio. Essas oportunidades nos tornam cada vez mais pertecentes ao campo de estágio. Nosso envolvimento com a rotina, organização, formação e conflitos que acontecem no dia a dia deste departamento nos leva a enxergar além, nos coloca dentro do sistema, além da academia, nos faz enxergar a escola de fora para dentro  e de dentro para fora.  
            





quarta-feira, 17 de agosto de 2016

NOSSA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO

GESTÃO DEMOCRÁTICA: A VEZ AGORA É DOS ALUNOS




        E depois de muito choro, desespero e muito pensar, em pouquíssimos dias conseguimos desenvolver o nosso projeto de intervenção. Depois de analisar com calma a entrevista com a diretora do departamento, encontramos o Fio de Ariadne¹. Analisando a conjuntura das políticas educacionais para a gestão democrática na rede, propomos trabalhar com Conselho Escolar e Grêmio Estudantil, duas ferramentas que colaboram com o fortalecimento da democratização das escolas e do trabalho da gestão escolar. Pensamos em como estes dois mecanismos poderiam dar ver e voz aos estudantes neste processo e antes de realizar a proposta, contamos com a escolha por parte do departamento.
Para nossa total alegria, o Grêmio Estudantil foi o escolhido e já era o nosso "xodó" antes de ser batido o martelo. Como vocês já viram somos uma equipe formada por três estagiárias e nos últimos dias o pai de uma de nossas colegas veio a falecer o que de certa forma nos abalou um pouco. Mas não deixamos a "peteca cair".
 Vimos a necessidade de implantação e fortalecimento de Grêmios Estudantis nas escolas de ensino fundamental. A partir de então começamos um trabalho duro de pesquisa, detectamos que apenas uma escola em toda rede possuía um Grêmio ativo, e sua implementação foi realizada de forma independente, por meio de visita de uma Organização Não Governamental (ONG) que trabalha com problemáticas sociais provenientes de comunidades carentes. Buscamos cada vez mais fundamentação teórica para a apresentação da proposta. Após cada leitura, vimos o quanto foi e é importante dar vez e voz aos jovens brasileiros que tanto ajudaram e lutaram pela democracia no nosso país. 
Apresentamos à nossa orientadora da disciplina uma proposta de intervenção, com objetivo principal implantar e fortalecer os Grêmios Estudantis nas escolas de Ensino Fundamental da Rede, e com objetivos específicos: Estimular a participação dos alunos do ensino fundamental da rede municipal de ensino na vida política e na defesa de seus direitos; Preparar os estudantes para o exercício da cidadania; Garantir a possibilidade de criação, organização e atuação de grêmios estudantis como organizações livres e representantes dos interesses dos alunos; Contribuir para a politização dos jovens, visando desenvolver um senso crítico nos mesmos; Fortalecer a democracia.
Utilizamos como metodologia a criação de uma cartilha informativa para a divulgação do que é um grêmio e como construí-los, um blog ou site antes de qualquer atividade dentro das escolas, - O que é; Como formar; Leis; Modelos de documentos, Manual do Grêmio, Modelo de Ata de Posse, Ata de Reunião, Ata de Eleição e Criação de Chapa;  Links uteis e Contato. Utilizamos como modelo o site da Secretaria da Educação do Estado do Paraná². Serão realizadas palestras para os gestores e alunos com debates sobre a temática e por fim a criação de um curso de formação para os membros do Grêmio. 
Como todo projeto em construção, nossa orientadora sugeriu que fizéssemos algumas alterações em relação à metodologia, como focar inicialmente a palestra para os gestores educacionais como uma ferramenta importante para sensibilização e primeiro passo para a abertura da escola para esta implantação. E para que possamos realizar algumas destas ações no pequeno espaço de tempo que nos resta para finalização da disciplina, vamos focar na realização desta palestra. Mas antes precisamos efetuar as alterações para realizar a apresentação da proposta no campo de estágio. Estamos apreensivas  quanto à receptividade que teremos para este projeto, mas vale salientar que a equipe nos deixa bem à vontade e com certeza trarão contribuições para melhoria e adequação desta proposta à Rede.
  Até a nossa próxima apresentação.




¹O Fio de Ariadne, assim chamado devido a lenda de Ariadne, é o termo usado para descrever a resolução de um problema que se pode proceder de diversas maneiras óbvias (como exemplo: um labirinto físico, um quebra-cabeça de lógica ou um dilema ético), através de uma aplicação exaustiva da lógica por todos os meios disponíveis. É o método singular utilizado que permite seguir completamente pelo vestígios das pistas ou assimilar gradativo e seguidamente uma série de verdades encontradas em um evento inesperado, ordenando a pesquisa, até que atinja um ponto de vista final desejado. Este processo pode assumir o método de um registro mental, uma marcação física ou mesmo um debate filosófico. Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fio_de_Ariadne_(l%C3%B3gica)
² site da Secretaria da Educação do Estado do Paraná: http://www.alunos.diaadia.pr.gov.br/modules/conteudo/ conteudo.php?conteudo=144. 

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO PARA GESTORES ESCOLARES


 Curso de Formação de Gestores Escolares



          Hoje, estaríamos apresentando nossa proposta de intervenção em sala de aula, porém fomos convidadas a participar do Curso de Formação de Gestores Escolares oferecido pelo nosso campo de estágio aos gestores escolares da rede. O curso acontecerá nos dias 15, 16, 17, 18 e 19 de Agosto de 2016, num salão de eventos de um renomado hotel da cidade, o sistema de palestras foi realizado no formato de painel integrado. A formação foi dividida em 05 módulos, sendo um por dia e cada módulo teve a apresentação de um painel. A formação contou com a participação de especialistas locais e nacionais e contemplou temas que envolvem o cotidiano de um gestor escolar, englobando tanto a dimensão administrativa quanto pedagógica, tais como: Os desafios da gestão, Programas de políticas públicas e Prestação de contas, mediação de conflitos, Ferramentas de Planejamento com uma abordagem muito interessante acerca do Projeto Político Pedagógico. Uma das partes mais interessantes da formação foi a abertura de debates no final de cada painel. 
          Participar deste curso de Formação foi sem dúvida uma experiência incrível, poder conversar, escutar, debater com profissionais que já atuam na Educação com foco na Gestão foi sem dúvidas uma experiência ímpar. Nos sentimos muito honradas pelo convite recebido uma vez que este era um curso restrito aos profissionais da rede e tentamos extrair o melhor que esta experiência pôde nos oferecer. Podemos dizer que tudo que nos foi apresentado, por mais que os estudemos na academia, tornou-se inovador. Saber como se dá a organização de um evento como este e participar do mesmo foi sem dúvida uma prática enriquecedora para nossa formação. Um momento inesquecível na nossa vida de estagiárias.
          Nossa apresentação em sala será dia 17 de Agosto e apresentaremos ao nosso campo de estágio no dia 23 de agosto de 2016. Continuamos aflitas e depois desse curso mais ainda, pois durante uma palestra nosso projeto de intervenção foi mencionado por um palestrantre com uma ação futura da rede ou seja, já havia sido pensando pela rede e agora nos encontramos com menos tempo para pensar e desenvolver uma nova proposta. 

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

ORGANIZAÇÃO DOS DADOS

ORGANIZAÇÃO DOS DADOS


          Hoje foi dia de nos reunirmos para organizar os dados coletados e iniciar nossa análise para chegarmos ao nosso Projeto de Intervenção. Foram muitos dados recebidos, nosso campo de conhecimento está aumentado e surgem muitas informações novas e inovadoras que está ampliando nossa visão acerca da Gestão Escolar. Definir um único projeto de intervenção está se tornando algo muito difícil visto a complexidade que é a rede, o sistema de ensino. Nos perguntamos a todo momento como nós, enquanto estagiárias poderemos contribuir com algo substancial, que faça lembrar nossa passagem neste campo de estágio.  Nossas mentes fervem de ideias, conflitos, medos, mas o desafio é algo provocante, e provocação não se aceita. A cada dia nos fortalecemos com fundamentação teórica para nossa atuação no estágio. Sentimos que somos as protagonistas. Estar num local onde somos apoiadas e incentivadas a todo momento nos dá forças para ousar e inovar. O que será que vamos propor ao projeto? Será que será bem aceito? Dúvidas nos rodeiam, mas o incentivo nos permite saber onde queremos chegar! Na nossa próxima postagem vocês conhecerão o nosso projeto!! Até lá!

segunda-feira, 25 de julho de 2016

2° VISITA AO CAMPO DE ESTÁGIO - Caracterização e Entrevista com o gestor

Olá visitantes!

Ontem foi nosso segundo dia de visita. Neste dia finalizamos a caracterização da Secretaria e realizamos a entrevista com a gestora do departamento. Confessamos que estávamos bem ansiosas para esta entrevista, pois a cada diálogo e observação das práticas dessa gestora a nossa curiosidade sobre sua formação, método de trabalho e experiência aumentavam. E estas foram as palavras norteadoras de nossa entrevista.
Nossa gestora sempre muito espontânea e divertida, nos deixou muito à vontade. É especialista em Gestão Escolar e graduada em Serviço Social. Já atua na área da Gestão há bastante tempo e está no atual cargo desde 2013. Assumiu anteriormente cargos como Coordenadora e Superintendente de Gestão de Rede Escolar em outro órgão público, como visto, já tinha experiência na área.
O que faz então um Gestor de Sistema? O gestor é um mediador, um articulador entre a equipe, os demais setores do órgão, a escola e tudo relacionado à Educação. Neste caso, por ser a administradora da Gestão Democrática, ela e sua equipe acompanham as escolas no que compete a Gestão Escolar e o Conselho Escolar. Ela é responsável direto pelo setor, presta consultoria, orienta e delibera sobre a parte burocrática entre o seu departamento e os demais, além de ser a grande facilitadora e comunicadora das escolas com a Secretaria. Ademais esta gestora participa de alguns Comitês e Grupos de Trabalho relacionados à Educação. Seu trabalho é em função da legislação educacional sempre orientado pelas diretrizes do planejamento estratégico da Secretaria e pelas políticas públicas para a Educação.
A diretora também nos norteou em sua entrevista sobre as necessidades da secretaria para nos dar uma base de onde podemos começar o nosso projeto de intervenção que logo mais o apresentaremos aqui. Essas análises foram fundamentais para a nossa compreensão e análise aprofundada.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

1ª VISITA AO CAMPO DE ESTÁGIO (CARACTERIZAÇÃO)

Olá visitantes!!


     Desde a criação do nosso Blog, já nos apresentamos, postamos uma atividade sobre a qual refletimos sobre a prática de estágio e suas diferentes concepções historicamente construídas e agora vamos relatar um pouco de nossa vivência no campo de estágio. 
       Nosso primeiro dia de estágio foi na segunda-feira, dia 18 de Julho de 2016. Nossa equipe está estagiando na área de Gestão de Sistema numa Secretaria de Educação. Nosso trabalho será desenvolvido no departamento de Gestão Democrática deste órgão. Como em toda estreia nossa equipe também foi acometida pelo nervosismo. Sempre surgem aquelas perguntinhas: Como será? Vão nos receber bem? Responderemos às expectativas? E por fim: sobreviveremos ao primeiro dia num departamento gestor do sistema educacional? 
       Primeiramente, vamos dispor de algumas características do nosso campo de estágio para que no decorrer das postagens vocês possam entendê-lo, já adiantamos que é um sistema complexo. A Secretaria de Educação é um órgão que tem por finalidade formular e garantir as Políticas de Educação. A este órgão compete: Formular, executar, controlar e garantir a Política de Educação; Prover e garantir a universalização do acesso à educação infantil e ao ensino fundamental; Oferecer ensino obrigatório e gratuito para crianças, jovens, adultos e pessoas portadoras de necessidades especiais; Efetuar o gerenciamento escolar e a pesquisa educacional; Zelar pela qualidade do ensino público. Esta Secretaria é o órgão central e tem um gestor principal que é o Secretário de Educação, indicado pelo político em exercício, tem uma divisão setorial e subsetorial para que assim possa atender as demandas da rede que são as Coordenações – Coord. Geral de Recursos Humanos, Coord. Geral do Fundo __ de Educação e Coord. Geral de Administração e as Diretorias - Diretoria Geral de Ensino e Diretoria de Gerenciamento Escolar, todas com subsetores. 
       Fomos recebidas pela equipe do Departamento de Gestão Democrática, que pertence à Diretoria de Gerenciamento Escolar, e é lá que vamos estagiar. Já assistiram a um filme de guerra, onde acontecem àqueles bombardeios e o soldadinho não sabe pra onde ir? Pois é! Fomos bombardeadas de informações por uma equipe extremamente competente e prestativa que nos recebeu de braços abertos o que de certa forma, apesar da intensidade e complexidade de informações nos fez se sentir aquela filha que sai de casa para estudar e quando volta não sabe mais como está organizada as suas coisas, mas que encontra uma mãe para lhe auxiliar. Com a recepção que tivemos, boa parte das nossas perguntas iniciais foram respondidas, no entanto, mais perguntas surgiram: Por quê em nossa graduação não nos é apresentada a dimensão (competências, formas de trabalho, etc.) dos Sistemas Educacionais nos quais nós, enquanto pedagogos podemos atuar? Qual a necessidade de entender as políticas públicas de ensino? Qual a importância do estágio em Gestão de Sistema? Enquanto pedagogos, em quê podemos contribuir para a Gestão de Sistema e das Unidades Escolares? O que é a Gestão Democrática que está tão em moda? As Unidades Escolares são democráticas? 
       Inicialmente buscamos compreender o papel da Secretaria, como ela está dividida, fazendo um breve esboço do funcionamento de cada departamento para assim entender o nosso campo de estágio. O Departamento de Gestão Democrática é um departamento muito dinâmico, pois trabalha essencialmente com as demandas das escolas. Especificamente seria de sua competência os processos relacionados à Gestão Escolar (diretor) e Conselho Escolar, como atendimento e orientação dos membros, organização do processo de eleição de diretor e criação dos conselhos, organização da formação, no entanto, o setor serve como referência para as diferentes situações que ocorrem diariamente nas escolas, indo além de suas competências o que de certa forma prejudica o trabalho desenvolvido por este setor. 
       Estamos construindo nosso conhecimento neste mundo chamado Gestão Educacional e podemos dizer que apesar de todo bombardeio, conseguimos processar boa parte das informações com a ajuda da equipe Gestão Democrática, da professora-orientadora e do companheirismo e afinidade que vem surgindo entre nós estagiárias. E respondendo a última pergunta do início desta postagem: SIM, SOBREVIVEMOS! E agora estamos aqui ansiosas em compartilhar mais um dia de campo, para que nossas angústias, alegrias e construção da nossa formação sejam compartilhadas e edificadas juntamente com todos vocês! 

domingo, 17 de julho de 2016

Atividade 1 - Estágio Supervisionado I - Concepções de Estágio - Samara Hosana da Silva

É possível perceber as diferentes concepções que existem acerca do estágio:
De acordo com Pimenta e Lima (2006), estágio é um campo de conhecimento que se produz na interação dos cursos de formação com o campo social no qual se desenvolvem as práticas educativas, ou seja, é uma atividade de pesquisa, no qual nos cobra uma postura de investigador, no qual está ciente de que sempre estamos aprendendo e que o saber não é finito.
“A prática como instrumentalização técnica”, também é uma concepção no qual muitos veem que a docência como uma atividade técnica que necessita de métodos, onde a problemática é justamente nesse mecanicismo, pois os professores que adotam esse conceito se limitam simplesmente ao fazer e o estágio, portanto, torna-se mão de obra.
Outra concepção apresentada por Pimenta e Lima (2006) é “o estágio: aproximação da realidade e atividade teórica” no qual permite uma reflexão acerca da realidade e da prática docente, onde pode passar a ser transformadora, pois ao pensar a prática encontramos meios de transformar a realidade em que estamos inseridos, porém, o que pode limitar essa concepção é o fato de que alguns estágio ainda são burocratizados dificultado o processo de reflexão.
E por fim, vemos como outra concepção “o estágio como pesquisa e a pesquisa no estágio”, onde o estagiário toma lugar de observador e pesquisador, podendo além de observar o seu campo, intervir por meios de projetos que possibilita ao mesmo problematizar a realidade e sugerir soluções para sanar tais dificuldades encontradas.

Atividade 1 - Estágio Supervisionado I - Concepções de Estágio - Andréa Letícia da Silva Calheiros


Concepções de estágio e experiências que contribuem para a formação docente   


O estágio sempre foi visto como a parte prática dos cursos, sendo considerado oposto à teoria. Porém de acordo com Pimenta e Lima (2006), estágio é um campo de conhecimento que se produz na interação dos cursos de formação com o campo social no qual se desenvolvem as práticas educativas. Nesse sentido, o estágio se constitui como atividade de pesquisa. Para desenvolver essa perspectiva é necessário compreender o desenvolvimento do estagio como atitude investigativa, que envolve a reflexão e a intervenção na vida da escola, dos professores, do aluno e da sociedade. O estágio como pesquisa precisa ser assumido como horizonte a ser alcançado nos curso de formação. Pimenta e Lima apresentam, como mostraremos a seguir, 4 modelos de estágio, que apresentam positividade e limitações.
“A prática como imitação de modelos” apresenta como aspecto positivo a aprendizagem a partir da observação, da reprodução e da re-elaboração dos modelos já existentes na prática profissional.  Pimenta e Lima (2006) afirmam que o aluno aprende com o professor , observando-o, imitando-o e analisando criticamente o modo de ser do docente para então separar e escolher aquilo que consideram adequado. A limitação desta concepção de estágio é que ela é uma prática modelar que não leva em consideração as transformações históricas e sociais que trouxeram para a escola novas demandas e realidades.
Outra concepção de estágio apresentada por Pimenta e Lima (2006) é “A prática como instrumentalização técnica”. O seu ponto positivo é que a docência, assim como qualquer outra profissão, é um exercício técnico, que necessita de técnicas para realizar as operações, o seu trabalho. A sua limitação se dá devido a restrição do professor a prática, ao como fazer e fazer por fazer, então o estágio se torna mão de obra gratuita, sem domínio do conhecimento teórico.
“O estágio: aproximação da realidade e atividade teórica” é uma concepção de estágio, que de acordo com Pimenta e Lima (2006) é boa por ser reflexiva, há a discussão da prática docente, que é entendida como transformadora. A limitação desta concepção se dá devido o fato de a aproximação à realidade só ter sentido quando há envolvimento, intencionalidade, a maioria dos estágios são burocratizados, carregados de fichas de observação.
“O estágio como pesquisa e a pesquisa no estágio” tem o lado positivo de a pesquisa ser uma estratégia, um método, uma possibilidade do estagiário como futuro professor. O estagiário pode desenvolver postura e habilidades de pesquisador, a partir das situações de estagio, elaborando projetos que permitam a compreensão e a problematização das situações observadas. A limitação desta concepção é não considerar a pesquisa como verdade absoluta, os estagiários vão a escola par dizer o que professor tem que fazer.

Neste período, na disciplina de Estágio Supervisionado I, iremos estagiar na gestão escolar, com isso espero desenvolver uma atitude investigativa, reflexiva e interventiva para transformar a realidade do professor, da escola do aluno, a minha e a da sociedade. Espero poder unir teoria e prática, que são indissociáveis para desenvolver uma atividade de pesquisa, como deve ser o estágio. Edna Prado (2012) nos ajuda nessas expectativas e afirma que devemos refletir sobre o processo de construção da identidade  dos futuros gestores, buscando os saberes necessários  à formação profissional que superem a falsa dicotomia entre saberes teóricos e prática pedagógica.

REFERÊNCIAS:
  • PIMENTA, Selma Garrido. LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência: diferentes concepções. Poíesis, Tubarão, SC, v.3, n.3 e 4, p.5-24, 2005/2006.

  • PRADO, Edna. Estágio na licenciatura em Pedagogia: gestão educacional. Petrópolis, RJ: Vozes,; Maceió, AL: Edufal, 2012.

Atividade 1 - Estágio Supervisionado I - Concepções de Estágio - Gessylia Moura Alves


O estágio e suas concepções historicamente construídas: como a experiência do estágio contribui para a formação docente.

São diversas as concepções de estágio que são assumidas na formação docente ao longo da história. De acordo com Pimenta & Lima(2006) " o estágio sempre foi identificado como a parte prática do curso de formação dos profissionais em geral, em contraposição à teoria." Devido tal afirmação, muitos estudantes difundem a ideia que: "na prática a teoria é outra" por não entenderem o estágio como um campo do conhecimento. O estágio se produz na interação dos cursos de formação, seja ele em qualquer área profissional, com o campo social a qual este profissional atuará e é justamente neste campo que serão desenvolvidas estas práticas. Pensando a Educação como ciência e o estágio como campo do conhecimento, inúmeras concepções acerca do que é o estágio foram construídas historicamente no que compete a formação docente. Para as autoras citadas o estágio "se constitui como um campo de conhecimento, o que significa atribuir-lhe um estatuto epistemológico que supera sua tradicional redução à atividade prática instrumental", portanto o estágio poderá se constituir em atividade de pesquisa, no entanto, se faz necessário pensar os currículos dos cursos de formação docente. Estaria o currículo de formação contribuindo teoricamente para a prática de atuação dos futuros profissionais?  O que significa ser profissional?  Muito se houve que os currículos de formação se tornaram um amontoado de disciplinas, ministradas de forma aligeirada de modo a não permitir durante a prática a reflexão teórica da atividade desenvolvida. Assim não se assume uma postura de pesquisador dentro desta área de conhecimento tornando o estágio uma prática insuficiente para formação do professor-pesquisador. A formação docente está intrinsecamente ligada à ciência da Educação, se faz necessário assumir a profissão docente como uma profissão e não tão somente como uma ocupação. Pimenta & Lima apontam algumas concepções de estágio mediadas pela preocupação com algumas práticas desenvolvidas neste campo que de certa forma alargam a dicotomia teoria & prática, compreendo o estágio como um instrumento pedagógico para superar esta dicotomia como veremos no quadro abaixo:



No decorrer destas leituras propostas nesta atividade pela disciplina de Estágio Supervisionado 1, que vale salientar é obrigatório e não remunerado, superar a dicotomia teoria & prática se fez necessário antes de entrar no campo de estágio. Neste semestre, nosso estágio está voltado para o campo da gestão educacional. É fato que como estagiária, me utilizo do prático para realizar meu trabalho, no entanto os textos elucidam a perspectiva da reflexão dessa prática, com base em todos os teóricos estudados até aqui. Isso não quer dizer que no exercício da prática de uma lâmpada mágica surgirá um teórico dizendo: "olá, eu estou aqui", mas encontraremos diversas destas lâmpadas num mesmo ambiente, numa mesma prática que irá requerer do estágio uma atitude investigativa e uma constante reflexão sobre as práticas existentes que estaremos reproduzindo, por uma obrigatoriedade das orientações do estágio. Assim, o papel da teoria é oferecer a nós futuros professores uma formação acadêmica qualificada articulando a teoria aprendida com o campo social no qual estamos inseridos, descobrindo, pela pesquisa, observação e experimentação novas maneiras de entender a realidade, que acredito ser mutável, da escola e do aluno dentro de uma dinâmica que permeia a vida escolar para a reelaboração de conhecimentos científicos já existentes ou quem sabe a produção de novos se eximindo, enquanto profissional em formação, da culpabilização ou acusações, buscando soluções inovadoras para a Educação. 


REFERÊNCIAS:


PIMENTA, Selma Garrido. LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência: diferentes concepções. Poíesis, Tubarão, SC, v.3, n.3 e 4, p.5-24, 2005/2006.


REFERÊNCIAS CONSULTADAS:

PRADO, Edna. Estágio na licenciatura em Pedagogia: gestão educacional. Petrópolis, RJ: Vozes,; Maceió, AL: Edufal, 2012.

NUNES, Débora R. P. Teoria, pesquisa e prática em Educação: a formação do professor-pesquisador. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.34, n.1, p. 097-107, jan./abr. 2008.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Atividade 1 - Projetos Integradores V - Vamos nos conhecer: Andréa Letícia da Silva Calheiros

Me chamo Andréa Leticía da Silva Calheiros, tenho 19 anos, sou estudante do 5º Período do curso de Pedagogia  na Universidade Federal de Alagoas. Entrei em pedagogia após me interessar pelas questões que rodeiam a educação, pois desde a minha formação escolar pude analisar tantos tipos de professores, diretores e coordenadores. Creio que o que me impulsionou também foi o desejo de construir uma escola em que as barbaridades que vi em minha formação não existissem, proporcionando ao aluno uma educação de qualidade. Sou reservada, gosto de fazer amizades e conhecer novos lugares. Amo a minha família, ela é a minha base, amo meu noivo querido que me apoia muito em  minha formação e os meus eternos amigos que me acompanham nessa jornada desde os primórdios.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Atividade 1 - Projetos Integradores V - Vamos nos conhecer: Samara Hosana da Silva

Me chamo Samara Hosana da Silva, tenho 20 anos, sou natural de Alagoas, nascida em Maceió. Sou estudante do 5° período de Pedagogia, do turno vespertino, na Universidade Federal de Alagoas - UFAL. Tenho como objetivo chegar ao Doutorado em Educação e sonho um dia poder lecionar na mesma Universidade, sei que não é sonho fácil e precisa de muito trabalho árduo, porém a cada dia luto para que esse sonho se torne realidade.
Sou uma pessoa reservada, de poucos amigos, porém de grandes amizades. Gosto de ler, ouvir músicas, assistir filmes e séries comendo pipoca e sou realmente apaixonada e entregue por aqueles que me rodeiam. Sou uma pessoa que todos sempre podem contar com a minha ajuda, pois sabem que eu farei o meu melhor, e eu só espero em troca das mesmas pessoas honestidade e respeito, pois acho que são a base de um bom relacionamento. A minha família é a minha base e por eles que eu luto a cada dia dentro da Universidade.
E o curso de Pedagogia me permite a cada dia crescer e aumentar os meus horizontes e acredito cada vez mais na educação como meio de mudança e aprimoramento das pessoas para um mundo melhor, pois como dizia Paulo Freire, a educação não transforma o mundo, educação muda as pessoas, pessoas transformam o mundo.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Atividade 1 - Projetos Integradores V - Vamos nos conhecer: Gessylia Moura Alves

Me chamo Gessylia Moura Alves, sou natalense, tenho 32 anos, estudante de Pedagogia.  Gosto de viajar, estudar, comer e de pessoas. Ainda me causa tamanha supresa sempre que me dou conta como o mundo é diverso e o quanto somos diferentes. Sou uma apaixonada pela vida e tento extrair o melhor que ela possa me oferecer.  Sempre busco fazer o melhor que eu posso, com honestidade e dando o melhor de mim. O que eu espero em troca? Que o universo me devolva tudo aquilo que eu der a ele. Quanto mais dou amor mais receberei, é  a lei do retorno. Sou sincera e amiga pra todas as horas, e humilde o suficiente pra admitir meus erros, principalmente quando me bate o arrependimento por ter dito palavras negativas a pessoas que gosto ao contrárido de falar o quanto gosto delas. Sou um ser em busca da tão  sonhada felicidade que a cada dia constrói  sua caminhada com muito esforço e superação para alcançar meus objetivos como o sucesso pessoal e profissional. Espero que após ler este texto você entenda as palavras que estão  na caricatura acima que foi criada a partir de uma dinâmica de apresentação da nossa disciplina. Seja bem vindx ao nosso blog!