segunda-feira, 25 de julho de 2016

2° VISITA AO CAMPO DE ESTÁGIO - Caracterização e Entrevista com o gestor

Olá visitantes!

Ontem foi nosso segundo dia de visita. Neste dia finalizamos a caracterização da Secretaria e realizamos a entrevista com a gestora do departamento. Confessamos que estávamos bem ansiosas para esta entrevista, pois a cada diálogo e observação das práticas dessa gestora a nossa curiosidade sobre sua formação, método de trabalho e experiência aumentavam. E estas foram as palavras norteadoras de nossa entrevista.
Nossa gestora sempre muito espontânea e divertida, nos deixou muito à vontade. É especialista em Gestão Escolar e graduada em Serviço Social. Já atua na área da Gestão há bastante tempo e está no atual cargo desde 2013. Assumiu anteriormente cargos como Coordenadora e Superintendente de Gestão de Rede Escolar em outro órgão público, como visto, já tinha experiência na área.
O que faz então um Gestor de Sistema? O gestor é um mediador, um articulador entre a equipe, os demais setores do órgão, a escola e tudo relacionado à Educação. Neste caso, por ser a administradora da Gestão Democrática, ela e sua equipe acompanham as escolas no que compete a Gestão Escolar e o Conselho Escolar. Ela é responsável direto pelo setor, presta consultoria, orienta e delibera sobre a parte burocrática entre o seu departamento e os demais, além de ser a grande facilitadora e comunicadora das escolas com a Secretaria. Ademais esta gestora participa de alguns Comitês e Grupos de Trabalho relacionados à Educação. Seu trabalho é em função da legislação educacional sempre orientado pelas diretrizes do planejamento estratégico da Secretaria e pelas políticas públicas para a Educação.
A diretora também nos norteou em sua entrevista sobre as necessidades da secretaria para nos dar uma base de onde podemos começar o nosso projeto de intervenção que logo mais o apresentaremos aqui. Essas análises foram fundamentais para a nossa compreensão e análise aprofundada.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

1ª VISITA AO CAMPO DE ESTÁGIO (CARACTERIZAÇÃO)

Olá visitantes!!


     Desde a criação do nosso Blog, já nos apresentamos, postamos uma atividade sobre a qual refletimos sobre a prática de estágio e suas diferentes concepções historicamente construídas e agora vamos relatar um pouco de nossa vivência no campo de estágio. 
       Nosso primeiro dia de estágio foi na segunda-feira, dia 18 de Julho de 2016. Nossa equipe está estagiando na área de Gestão de Sistema numa Secretaria de Educação. Nosso trabalho será desenvolvido no departamento de Gestão Democrática deste órgão. Como em toda estreia nossa equipe também foi acometida pelo nervosismo. Sempre surgem aquelas perguntinhas: Como será? Vão nos receber bem? Responderemos às expectativas? E por fim: sobreviveremos ao primeiro dia num departamento gestor do sistema educacional? 
       Primeiramente, vamos dispor de algumas características do nosso campo de estágio para que no decorrer das postagens vocês possam entendê-lo, já adiantamos que é um sistema complexo. A Secretaria de Educação é um órgão que tem por finalidade formular e garantir as Políticas de Educação. A este órgão compete: Formular, executar, controlar e garantir a Política de Educação; Prover e garantir a universalização do acesso à educação infantil e ao ensino fundamental; Oferecer ensino obrigatório e gratuito para crianças, jovens, adultos e pessoas portadoras de necessidades especiais; Efetuar o gerenciamento escolar e a pesquisa educacional; Zelar pela qualidade do ensino público. Esta Secretaria é o órgão central e tem um gestor principal que é o Secretário de Educação, indicado pelo político em exercício, tem uma divisão setorial e subsetorial para que assim possa atender as demandas da rede que são as Coordenações – Coord. Geral de Recursos Humanos, Coord. Geral do Fundo __ de Educação e Coord. Geral de Administração e as Diretorias - Diretoria Geral de Ensino e Diretoria de Gerenciamento Escolar, todas com subsetores. 
       Fomos recebidas pela equipe do Departamento de Gestão Democrática, que pertence à Diretoria de Gerenciamento Escolar, e é lá que vamos estagiar. Já assistiram a um filme de guerra, onde acontecem àqueles bombardeios e o soldadinho não sabe pra onde ir? Pois é! Fomos bombardeadas de informações por uma equipe extremamente competente e prestativa que nos recebeu de braços abertos o que de certa forma, apesar da intensidade e complexidade de informações nos fez se sentir aquela filha que sai de casa para estudar e quando volta não sabe mais como está organizada as suas coisas, mas que encontra uma mãe para lhe auxiliar. Com a recepção que tivemos, boa parte das nossas perguntas iniciais foram respondidas, no entanto, mais perguntas surgiram: Por quê em nossa graduação não nos é apresentada a dimensão (competências, formas de trabalho, etc.) dos Sistemas Educacionais nos quais nós, enquanto pedagogos podemos atuar? Qual a necessidade de entender as políticas públicas de ensino? Qual a importância do estágio em Gestão de Sistema? Enquanto pedagogos, em quê podemos contribuir para a Gestão de Sistema e das Unidades Escolares? O que é a Gestão Democrática que está tão em moda? As Unidades Escolares são democráticas? 
       Inicialmente buscamos compreender o papel da Secretaria, como ela está dividida, fazendo um breve esboço do funcionamento de cada departamento para assim entender o nosso campo de estágio. O Departamento de Gestão Democrática é um departamento muito dinâmico, pois trabalha essencialmente com as demandas das escolas. Especificamente seria de sua competência os processos relacionados à Gestão Escolar (diretor) e Conselho Escolar, como atendimento e orientação dos membros, organização do processo de eleição de diretor e criação dos conselhos, organização da formação, no entanto, o setor serve como referência para as diferentes situações que ocorrem diariamente nas escolas, indo além de suas competências o que de certa forma prejudica o trabalho desenvolvido por este setor. 
       Estamos construindo nosso conhecimento neste mundo chamado Gestão Educacional e podemos dizer que apesar de todo bombardeio, conseguimos processar boa parte das informações com a ajuda da equipe Gestão Democrática, da professora-orientadora e do companheirismo e afinidade que vem surgindo entre nós estagiárias. E respondendo a última pergunta do início desta postagem: SIM, SOBREVIVEMOS! E agora estamos aqui ansiosas em compartilhar mais um dia de campo, para que nossas angústias, alegrias e construção da nossa formação sejam compartilhadas e edificadas juntamente com todos vocês! 

domingo, 17 de julho de 2016

Atividade 1 - Estágio Supervisionado I - Concepções de Estágio - Samara Hosana da Silva

É possível perceber as diferentes concepções que existem acerca do estágio:
De acordo com Pimenta e Lima (2006), estágio é um campo de conhecimento que se produz na interação dos cursos de formação com o campo social no qual se desenvolvem as práticas educativas, ou seja, é uma atividade de pesquisa, no qual nos cobra uma postura de investigador, no qual está ciente de que sempre estamos aprendendo e que o saber não é finito.
“A prática como instrumentalização técnica”, também é uma concepção no qual muitos veem que a docência como uma atividade técnica que necessita de métodos, onde a problemática é justamente nesse mecanicismo, pois os professores que adotam esse conceito se limitam simplesmente ao fazer e o estágio, portanto, torna-se mão de obra.
Outra concepção apresentada por Pimenta e Lima (2006) é “o estágio: aproximação da realidade e atividade teórica” no qual permite uma reflexão acerca da realidade e da prática docente, onde pode passar a ser transformadora, pois ao pensar a prática encontramos meios de transformar a realidade em que estamos inseridos, porém, o que pode limitar essa concepção é o fato de que alguns estágio ainda são burocratizados dificultado o processo de reflexão.
E por fim, vemos como outra concepção “o estágio como pesquisa e a pesquisa no estágio”, onde o estagiário toma lugar de observador e pesquisador, podendo além de observar o seu campo, intervir por meios de projetos que possibilita ao mesmo problematizar a realidade e sugerir soluções para sanar tais dificuldades encontradas.

Atividade 1 - Estágio Supervisionado I - Concepções de Estágio - Andréa Letícia da Silva Calheiros


Concepções de estágio e experiências que contribuem para a formação docente   


O estágio sempre foi visto como a parte prática dos cursos, sendo considerado oposto à teoria. Porém de acordo com Pimenta e Lima (2006), estágio é um campo de conhecimento que se produz na interação dos cursos de formação com o campo social no qual se desenvolvem as práticas educativas. Nesse sentido, o estágio se constitui como atividade de pesquisa. Para desenvolver essa perspectiva é necessário compreender o desenvolvimento do estagio como atitude investigativa, que envolve a reflexão e a intervenção na vida da escola, dos professores, do aluno e da sociedade. O estágio como pesquisa precisa ser assumido como horizonte a ser alcançado nos curso de formação. Pimenta e Lima apresentam, como mostraremos a seguir, 4 modelos de estágio, que apresentam positividade e limitações.
“A prática como imitação de modelos” apresenta como aspecto positivo a aprendizagem a partir da observação, da reprodução e da re-elaboração dos modelos já existentes na prática profissional.  Pimenta e Lima (2006) afirmam que o aluno aprende com o professor , observando-o, imitando-o e analisando criticamente o modo de ser do docente para então separar e escolher aquilo que consideram adequado. A limitação desta concepção de estágio é que ela é uma prática modelar que não leva em consideração as transformações históricas e sociais que trouxeram para a escola novas demandas e realidades.
Outra concepção de estágio apresentada por Pimenta e Lima (2006) é “A prática como instrumentalização técnica”. O seu ponto positivo é que a docência, assim como qualquer outra profissão, é um exercício técnico, que necessita de técnicas para realizar as operações, o seu trabalho. A sua limitação se dá devido a restrição do professor a prática, ao como fazer e fazer por fazer, então o estágio se torna mão de obra gratuita, sem domínio do conhecimento teórico.
“O estágio: aproximação da realidade e atividade teórica” é uma concepção de estágio, que de acordo com Pimenta e Lima (2006) é boa por ser reflexiva, há a discussão da prática docente, que é entendida como transformadora. A limitação desta concepção se dá devido o fato de a aproximação à realidade só ter sentido quando há envolvimento, intencionalidade, a maioria dos estágios são burocratizados, carregados de fichas de observação.
“O estágio como pesquisa e a pesquisa no estágio” tem o lado positivo de a pesquisa ser uma estratégia, um método, uma possibilidade do estagiário como futuro professor. O estagiário pode desenvolver postura e habilidades de pesquisador, a partir das situações de estagio, elaborando projetos que permitam a compreensão e a problematização das situações observadas. A limitação desta concepção é não considerar a pesquisa como verdade absoluta, os estagiários vão a escola par dizer o que professor tem que fazer.

Neste período, na disciplina de Estágio Supervisionado I, iremos estagiar na gestão escolar, com isso espero desenvolver uma atitude investigativa, reflexiva e interventiva para transformar a realidade do professor, da escola do aluno, a minha e a da sociedade. Espero poder unir teoria e prática, que são indissociáveis para desenvolver uma atividade de pesquisa, como deve ser o estágio. Edna Prado (2012) nos ajuda nessas expectativas e afirma que devemos refletir sobre o processo de construção da identidade  dos futuros gestores, buscando os saberes necessários  à formação profissional que superem a falsa dicotomia entre saberes teóricos e prática pedagógica.

REFERÊNCIAS:
  • PIMENTA, Selma Garrido. LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência: diferentes concepções. Poíesis, Tubarão, SC, v.3, n.3 e 4, p.5-24, 2005/2006.

  • PRADO, Edna. Estágio na licenciatura em Pedagogia: gestão educacional. Petrópolis, RJ: Vozes,; Maceió, AL: Edufal, 2012.

Atividade 1 - Estágio Supervisionado I - Concepções de Estágio - Gessylia Moura Alves


O estágio e suas concepções historicamente construídas: como a experiência do estágio contribui para a formação docente.

São diversas as concepções de estágio que são assumidas na formação docente ao longo da história. De acordo com Pimenta & Lima(2006) " o estágio sempre foi identificado como a parte prática do curso de formação dos profissionais em geral, em contraposição à teoria." Devido tal afirmação, muitos estudantes difundem a ideia que: "na prática a teoria é outra" por não entenderem o estágio como um campo do conhecimento. O estágio se produz na interação dos cursos de formação, seja ele em qualquer área profissional, com o campo social a qual este profissional atuará e é justamente neste campo que serão desenvolvidas estas práticas. Pensando a Educação como ciência e o estágio como campo do conhecimento, inúmeras concepções acerca do que é o estágio foram construídas historicamente no que compete a formação docente. Para as autoras citadas o estágio "se constitui como um campo de conhecimento, o que significa atribuir-lhe um estatuto epistemológico que supera sua tradicional redução à atividade prática instrumental", portanto o estágio poderá se constituir em atividade de pesquisa, no entanto, se faz necessário pensar os currículos dos cursos de formação docente. Estaria o currículo de formação contribuindo teoricamente para a prática de atuação dos futuros profissionais?  O que significa ser profissional?  Muito se houve que os currículos de formação se tornaram um amontoado de disciplinas, ministradas de forma aligeirada de modo a não permitir durante a prática a reflexão teórica da atividade desenvolvida. Assim não se assume uma postura de pesquisador dentro desta área de conhecimento tornando o estágio uma prática insuficiente para formação do professor-pesquisador. A formação docente está intrinsecamente ligada à ciência da Educação, se faz necessário assumir a profissão docente como uma profissão e não tão somente como uma ocupação. Pimenta & Lima apontam algumas concepções de estágio mediadas pela preocupação com algumas práticas desenvolvidas neste campo que de certa forma alargam a dicotomia teoria & prática, compreendo o estágio como um instrumento pedagógico para superar esta dicotomia como veremos no quadro abaixo:



No decorrer destas leituras propostas nesta atividade pela disciplina de Estágio Supervisionado 1, que vale salientar é obrigatório e não remunerado, superar a dicotomia teoria & prática se fez necessário antes de entrar no campo de estágio. Neste semestre, nosso estágio está voltado para o campo da gestão educacional. É fato que como estagiária, me utilizo do prático para realizar meu trabalho, no entanto os textos elucidam a perspectiva da reflexão dessa prática, com base em todos os teóricos estudados até aqui. Isso não quer dizer que no exercício da prática de uma lâmpada mágica surgirá um teórico dizendo: "olá, eu estou aqui", mas encontraremos diversas destas lâmpadas num mesmo ambiente, numa mesma prática que irá requerer do estágio uma atitude investigativa e uma constante reflexão sobre as práticas existentes que estaremos reproduzindo, por uma obrigatoriedade das orientações do estágio. Assim, o papel da teoria é oferecer a nós futuros professores uma formação acadêmica qualificada articulando a teoria aprendida com o campo social no qual estamos inseridos, descobrindo, pela pesquisa, observação e experimentação novas maneiras de entender a realidade, que acredito ser mutável, da escola e do aluno dentro de uma dinâmica que permeia a vida escolar para a reelaboração de conhecimentos científicos já existentes ou quem sabe a produção de novos se eximindo, enquanto profissional em formação, da culpabilização ou acusações, buscando soluções inovadoras para a Educação. 


REFERÊNCIAS:


PIMENTA, Selma Garrido. LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência: diferentes concepções. Poíesis, Tubarão, SC, v.3, n.3 e 4, p.5-24, 2005/2006.


REFERÊNCIAS CONSULTADAS:

PRADO, Edna. Estágio na licenciatura em Pedagogia: gestão educacional. Petrópolis, RJ: Vozes,; Maceió, AL: Edufal, 2012.

NUNES, Débora R. P. Teoria, pesquisa e prática em Educação: a formação do professor-pesquisador. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.34, n.1, p. 097-107, jan./abr. 2008.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Atividade 1 - Projetos Integradores V - Vamos nos conhecer: Andréa Letícia da Silva Calheiros

Me chamo Andréa Leticía da Silva Calheiros, tenho 19 anos, sou estudante do 5º Período do curso de Pedagogia  na Universidade Federal de Alagoas. Entrei em pedagogia após me interessar pelas questões que rodeiam a educação, pois desde a minha formação escolar pude analisar tantos tipos de professores, diretores e coordenadores. Creio que o que me impulsionou também foi o desejo de construir uma escola em que as barbaridades que vi em minha formação não existissem, proporcionando ao aluno uma educação de qualidade. Sou reservada, gosto de fazer amizades e conhecer novos lugares. Amo a minha família, ela é a minha base, amo meu noivo querido que me apoia muito em  minha formação e os meus eternos amigos que me acompanham nessa jornada desde os primórdios.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Atividade 1 - Projetos Integradores V - Vamos nos conhecer: Samara Hosana da Silva

Me chamo Samara Hosana da Silva, tenho 20 anos, sou natural de Alagoas, nascida em Maceió. Sou estudante do 5° período de Pedagogia, do turno vespertino, na Universidade Federal de Alagoas - UFAL. Tenho como objetivo chegar ao Doutorado em Educação e sonho um dia poder lecionar na mesma Universidade, sei que não é sonho fácil e precisa de muito trabalho árduo, porém a cada dia luto para que esse sonho se torne realidade.
Sou uma pessoa reservada, de poucos amigos, porém de grandes amizades. Gosto de ler, ouvir músicas, assistir filmes e séries comendo pipoca e sou realmente apaixonada e entregue por aqueles que me rodeiam. Sou uma pessoa que todos sempre podem contar com a minha ajuda, pois sabem que eu farei o meu melhor, e eu só espero em troca das mesmas pessoas honestidade e respeito, pois acho que são a base de um bom relacionamento. A minha família é a minha base e por eles que eu luto a cada dia dentro da Universidade.
E o curso de Pedagogia me permite a cada dia crescer e aumentar os meus horizontes e acredito cada vez mais na educação como meio de mudança e aprimoramento das pessoas para um mundo melhor, pois como dizia Paulo Freire, a educação não transforma o mundo, educação muda as pessoas, pessoas transformam o mundo.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Atividade 1 - Projetos Integradores V - Vamos nos conhecer: Gessylia Moura Alves

Me chamo Gessylia Moura Alves, sou natalense, tenho 32 anos, estudante de Pedagogia.  Gosto de viajar, estudar, comer e de pessoas. Ainda me causa tamanha supresa sempre que me dou conta como o mundo é diverso e o quanto somos diferentes. Sou uma apaixonada pela vida e tento extrair o melhor que ela possa me oferecer.  Sempre busco fazer o melhor que eu posso, com honestidade e dando o melhor de mim. O que eu espero em troca? Que o universo me devolva tudo aquilo que eu der a ele. Quanto mais dou amor mais receberei, é  a lei do retorno. Sou sincera e amiga pra todas as horas, e humilde o suficiente pra admitir meus erros, principalmente quando me bate o arrependimento por ter dito palavras negativas a pessoas que gosto ao contrárido de falar o quanto gosto delas. Sou um ser em busca da tão  sonhada felicidade que a cada dia constrói  sua caminhada com muito esforço e superação para alcançar meus objetivos como o sucesso pessoal e profissional. Espero que após ler este texto você entenda as palavras que estão  na caricatura acima que foi criada a partir de uma dinâmica de apresentação da nossa disciplina. Seja bem vindx ao nosso blog!